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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Governo confirma oito mortes após execução de PM

Cabo da Polícia Militar é morto no Guamá

Um cabo da Polícia Militar, identificado como Figueiredo, foi morto a tiros quando chegava em sua residência, na passagem Monte Sinai, próximo da rua Augusto Corrêa, no bairro do Guamá, em Belém. O homicídio ocorreu na noite desta terça-feira (04) e há indícios de que o militar tenha sido vítima de uma emboscada.
A violência do crime foi demonstrada na quantidade de disparos desferidos contra o cabo: cerca de 20 tiros. Figueiredo morreu na hora, dentro do carro que dirigia quando foi abordado.
Diversas viaturas da policia foram acionadas e partiram em busca dos suspeitos. Segundo informações, estariam escondidos no bairro da Terra Firme.
De acordo moradores do bairro, uma blitz foi montada e motociclistas e motoristas vem sendo parados para revistas, e vários tiros foram ouvidos em diversos pontos da cidade após o início da caçada aos criminosos.
A população permanece recolhida e assustada. 
 
Foram registradas oito mortes na noite desta terça-feira (04), segundo nota oficial do governo do Estado, divulgada na madrugada desta quarta-feira (05).
De acordo com a nota, o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC) registrou quatro homicídios no bairro da Terra Firme e um homicídio nos bairros do Marco, Guamá, Jurunas e Sideral, respectivamente.
Sobre a suposta retaliação por causa da morte do cabo Figueiredo, a nota diz que ele "foi morto em circunstâncias ainda em investigação e não estava em serviço", mas que "os comandos de policiamento da capital foram acionados para identificação e captura dos criminosos."
Os oito corpos que deram entrada no CPCRC aguardam identificação e as mortes serão investigadas pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil, na tentativa de confirmar ou não uma relação entre os crimes.
Ainda segundo a nota, o Comando Geral da Polícia Militar acionou a Corregedoria "para apurar quaisquer denúncias relativas aos casos" e "determinou reforço das equipes através do Comando de Missões Especiais e do serviço de Inteligência da Corporação."
SEM FUNDAMENTO
As informações compartilhadas nas mídias sociais foram consideradas sem fundamento pelo governo e, diante disso, o comandante geral da Polícia Militar, coronel Daniel Mendes, acionou o gabinete interinstitucional para monitoramento e controle da situação.
Além disso, a nota informa também que o Sistema de Segurança irá apurar, através da Corregedoria e da Inteligência, não apenas os homicídios, mas "os responsáveis pela disseminação e compartilhamentos de informações inverídicas que acabaram por gerar um ambiente de preocupação na população sem qualquer correspondência com a realidade."
 
O DOL fez outros questionamentos e aguarda resposta para maiores esclarecimentos.
(DOL com informações de Dinan Laredo/RBATV)

 

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