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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Homem é assassinado no garimpo Água Branca

Na madrugada de ontem (02 horas) Thiago Rodrigo Martins teria assassinado com três tiros de revolver Cal. 38 José Teixeira Liarte, conhecido por "Dudu" no garimpo Água Branca. Segundo informação da mãe da vítima, o acusado andou durante o dia com seu filho, vindo a mata-lo pela madrugada. Ela disse que pessoas disseram que o acusado andou dizendo pela comunidade que iria matar Dudu, mas algumas pessoas que o conheciam  apenas ouviram Thiago dizer que iria matar alguém, porém sem declinar o nome da provável vítima. A mãe de José e uma irmã estiveram na delegacia prestando depoimento e depois fariam a retirada do corpo do IML. O acusado após passar pelo flagrante de homicídio foi encaminhado à cela da 19ª Seccional onde aguardará pela decisão da justiça.


 
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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Polícia prende chefe de grupo de assaltantes que atuou em Itaituba

O assaltante José Hamilton, chefe de uma quadrilha de assaltos a banco e acusado de matar um sargento no estado de Rondônia. Também suspeito de praticar assaltos em Uruará, em Placas e de aqui em Itaituba ser responsável por uma troca de tiros com o Serviço Reservado da PM foi preso pela policia de Rondônia em um hotel em Belém. Durante a abordagem apresentou documentação falsa. Fato que possibilitou a prisão, pois em período eleitoral só é aceita a prisão em flagrante. O assaltante foi apresentado ontem na DRCO, onde passou por interrogatório sobre os crimes praticados no estado do Pará. Ao termino do período eleitoral (48 horas após a eleição) será cumprido o mandado de prisão preventiva expedido pela justiça do estado de Rondônia. 
Em Itaituba o grupo de Hamilton chegou a comprar uma casa para servir de ponto de apoio nas ações criminosas. E entrou em confronto com PMs ao ser abordado, chegando a balear um policial militar no braço. Após vários dias de perseguição de policiais da cidade o bando desapareceu e a polícia encerrou as buscas.

 imagens de circuito interno do BASA em Placas durante assalto
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A eleição e os analistas parciais

O país vem assistindo, nesses últimos dias, a analistas políticos que não analisam com seriedade nem com imparcialidade os movimentos que o povo brasileiro vem fazendo.
No maior estado do Brasil, que representa 22,4% do colégio eleitoral brasileiro - São Paulo -, 30% dos eleitores ficaram entre os que se abstiveram, anularam ou votaram em branco. Ou seja, não manifestaram sua vontade.
Ora, numa analise fria, em nenhuma hipótese aqueles que não manifestaram sua vontade prefeririam votar na alternativa chamada oposição para que houvesse mudanças. No máximo esses senhores, ao não votarem, o fizeram talvez porque aqueles que eles haviam ajudado a eleger várias vezes não os satisfizeram com políticas de radicalização, geralmente de caráter ideológico.
Então, na realidade, só votaram em São Paulo 70% do colégio eleitoral. A votação da candidata reeleita somou 35% dos votos válidos. Mas se deve admitir que aqueles que não votaram estavam lavando as mãos para a decisão que a candidata pudesse tomar se reeleita. Pois se não quisessem isso, teriam votado no candidato que São Paulo aplaudia como se já fosse vencedor.
Brasil dividido?
Os analistas, preocupados em tumultuar a tranquilidade do país, começam a alardear que o Brasil está dividido. O Brasil não está dividido. A população soma 200 milhões de brasileiros, dos quais 140 milhões são eleitores. Destes, 30% não votaram, lavando as mãos para que o poder que governava continuasse sua trajetória.
A oposição teve pouco mais de 50 milhões de votos, o que significa 1/4 do povo brasileiro. Todos sabem que os eleitores só podem votar acima de 16 anos. A população abaixo de 16 anos soma 40 milhões de brasileiros. Só que esta população cresceu na classe C, D e E, que é a classe em que se encontra os eleitores de Dilma. Na realidade, o Brasil continua o mesmo. Dois terços do povo tem anseios sociais para saciar suas necessidades, os outros 25% estão preocupados com o mercado, mas não o de comida. O financeiro.
"Dilma vai encontrar uma base aliada reduzida pois o PT e o PMDB diminuíram suas bancadas." É o que eles afirmam. Ao contrário, o PSD, o PR, o PRB, o PROS, o PC do B e outros aliados do governo darão uma base de sustentação que poderá prescindir a até dos peemedebistas que apoiaram Aécio. Continuará a haver uma base folgada.
"O Brasil queria mudança. Estavam cansados dos 12 anos do PT", também era o que afirmavam. O período de Getúlio Vargas durou quase 30 anos. O outro período de ditadura também foi de quase 30 anos. Os tucanos tem quase 20 anos de poder em São Paulo. Se são contra a continuidade, então não deviam lançar seus candidatos.
A possibilidade de reeleição tem o dedo dos tucanos. Inclusive existe até processo de suposta corrupção na compra de votos para a sua aprovação. Em Minas Gerais, os tucanos estavam há oito anos no poder e fizeram tudo para ter mais quatro. Portanto, falar em mudança de mandatos longos é hipocrisia.
Os analistas devem voltar a analisar com a consciência, não com o fígado.
(Jornal do Brasil)

domingo, 26 de outubro de 2014

Simão Jatene é reeleito governador do Pará

Agência Brasil

O governador reeleito do Pará, Simão Jatene, do PSDB, agradeceu a manifestação dos eleitores durante toda a campanha. Em entrevista a jornalistas após o anúncio do resultado o segundo turno, Jatene destacou o “abraço fraterno” e o “gesto carinhoso” que recebeu nos quatro cantos do estado. Sobre a vitória de Dilma Rousseff, do PT, para a Presidência da República, ele disse que, como sempre respeitou o governo federal, espera ter reciprocidade como ponto de partida.
“O Pará historicamente tem contribuído de forma marcante para desenvolvimento brasileiro. E essa contribuição não tem tido reconhecimento por parte do governo federal. É fundamental que se reveja [isso]”, disse. Em um discurso voltado à necessidade de união de forças no Pará, Jatene disse que as diferenças entre lideranças políticas precisam ser revistas.
“Tenho um princípio de que a todo tempo a gente precisa avaliar acertos e erros”, disse o governador reeleito, respondendo à pergunta sobre como deve comandar sua próxima administração. Jatene informou que deve rediscutir a estrutura organizacional do estado, já que, no primeiro mandato, a preocupação maior era com o equilíbrio das contas. Aos eleitores que não votaram nele, o governador afirmou que a “única forma que tenho de indicar e esperar que em outro momento estejamos juntos e próximos é através do trabalho, não vejo outra forma de fazer”.
Logo após a divulgação do resultado, muitas pessoas foram às ruas. Os bairros do centro da cidade não ficaram completamente lotados. Crianças e adultos eram vistas portando bandeiras com a cor e o número de Simão Jatene.
A comemoração teve início em uma das principais avenidas da capital paraense. Jatene concedeu entrevista coletiva no comitê central de sua campanha, para onde se dirigiram centenas de militantes e eleitores do governador. Muitas pessoas se abraçavam, dançavam e cantavam o jingle da campanha.
Alguns carros estacionaram no cruzamento da Avenida Nazaré com a Quintina, o que causou congestionamento no trânsito. Por volta das 20h30, horário local (21h30 em Brasília), um carro bateu em um ônibus, que ficou atravessado na avenida e foi atingido por outro ônibus. Os passageiros do ônibus desceram, mas poucos minutos depois a situação já havia sido resolvida e o trânsito voltou a fluir, ainda que de forma lenta. Uma hora e meia depois, o candidato fez uma carreata nas ruas nas proximidades do complexo turístico Estação das Docas, perto do Rio Guamá, onde se concentrou a maior parte dos eleitores que comemoravam a vitória.
Em entrevista à Agência Brasil nesse sábado (25), Simão Jatene explicou como pretende implantar o que tem chamado de Pacto pela Educação. Após obter empréstimo de US$ 200 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento, o estado está aportando mais US$ milhões para ações de expansão da infraestrutura escolar e utilização da internet para tornar a educação mais atrativa às crianças e jovens. Outra proposta dele é a criação de centros regionais de governo, para descentralizar a administração, e de uma política de remuneração do servidor público que esteja atrelada ao crescimento da receita.

Dilma Rousseff é reeleita presidente do Brasil com 51,6% dos votos válidos

Na eleição mais equilibrada desde que os brasileiros voltaram às urnas após a Constituição de 1988, Dilma Rousseff foi reeleita presidente da República com 51,6% dos votos válidos, cerca de 34 milhões de eleitores. A diferença para o concorrente Aécio Neves (PSDB) foi de cerca de 3% - o tucano somou 48,3%.
Em Minas Gerais, Dilma venceu Aécio por cinco pontos percentuais. A presidente também derrotou o tucano em Pernambuco, terra de Eduardo Campos, Alagoas, Rio de Janeiro. No Nordeste, Dilma teve 43% dos votos a mais que Aécio.
Mineira de Belo Horizonte, Dilma Rousseff, tem 66 anos, é economista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tem uma filha e um neto. Foi reeleita junto com o vice-presidente Michel Temer (PMDB), com o apoio da coligação formada por PT, PMDB, PDT, PCdoB, PR, PP, PRB, PROS e PSD. No primeiro turno, Dilma ficou em primeiro lugar, com 43.267.668 votos (41,59% dos votos válidos).
Filha de um imigrante búlgaro e de uma professora do interior do Rio de Janeiro, Dilma viveu em Belo Horizonte, capital mineira, até 1970, onde integrou organizações de esquerda, como o Comando de Libertação Nacional (Colina) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Foi presa em 1970 pela ditadura militar e passou quase três anos no Presídio Tiradentes, na capital paulista, onde foi torturada.
Em 1973, mudou-se para Porto Alegre, onde construiu sua carreira política. Na capital gaúcha, Dilma dedicou-se à campanha pela anistia, no fim do regime militar, e ajudou a fundar o PDT no estado. Em 1986, assumiu seu primeiro cargo político, o comando da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre, convidada pelo então prefeito Alceu Collares.
Com a redemocratização, Dilma participou da campanha de Leonel Brizola à Presidência da República em 1989. No segundo turno, apoiou o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em 1993, Dilma assumiu a Secretaria de Energia, Minas e Comunicação do Rio Grande do Sul, cargo que ocupou nos governos de Alceu Collares (PDT) e Olívio Dutra (PT).
Em 2000, Dilma filiou-se ao PT e, em 2002, foi convidada a compor a equipe de transição entre os governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Quando Lula assumiu, em janeiro de 2003, Dilma foi nomeada ministra de Minas e Energia, onde comandou a reformulação do marco regulatório do setor. Em 2005, ainda no primeiro governo Lula, Dilma assumiu a chefia da Casa Civil, responsável até então por projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida.
Dilma deixou a Casa Civil em abril de 2010 e, em junho do mesmo ano, teve sua candidatura à Presidência da República oficializada. Venceu sua primeira eleição no segundo turno, contra o candidato do PSDB, José Serra, com mais de 56 milhões de votos.
Em um governo de continuidade, Dilma manteve e ampliou programas sociais da gestão Lula e implantou iniciativas que levaram à redução da pobreza, da fome e da desigualdade. Criou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e ampliou programas de empreendedorismo. Também implantou um programa de concessões para obras de infraestrutura e logística, muitas ligadas à realização da Copa do Mundo. Em um governo marcado por episódios de corrupção, Dilma chegou a demitir seis ministros em dez meses, em 2011. 

Fonte: (Jornal do Brasil)

sábado, 25 de outubro de 2014

Ibope, votos válidos: Helder tem 50% e Jatene, 50% no PA

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida para o governo do Pará:
- Helder Barbalho (PMDB): 50%
- Simão Jatene (PSDB): 50%
Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal.
No levantamento anterior, divulgada no dia 18 de outubro, Helder aparecia com 52%, e Simão Jatene, 48%.
Segundo o Ibope, os candidatos estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, de três pontos.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Helder Barbalho (PMDB): 47%
- Simão Jatene (PSDB): 47%
- Branco/nulo: 4%
- Não sabe/não respondeu: 2%
O Ibope ouviu 812 eleitores em 42 municípios do estado de 21 a 23 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará sob registro nº PA-00054/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-01182/2014.
1º turno
No primeiro turno, Helder teve 49,88% dos votos válidos e Jatene, 48,48%

Ibope, votos válidos no PA: Dilma tem 57%, Aécio, 43%

Do G1 PA  
Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida presidencial apenas com eleitores do Pará:
- Dilma Rousseff (PT) - 57%
- Aécio Neves (PSDB) - 43%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.
A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal.
No levantamento anterior, divulgada no dia 18 de outubro, Dilma Rousseff aparecia com 56%, e Aécio, 44% dos votos válidos.
O Ibope ouviu 812 eleitores em 42 municípios do estado de 21 a 23 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará sob registro nº PA-00054/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-01182/2014.
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Ibope: Dilma tem 53% e Aécio, 47% dos votos válidos

Da Agência Brasil
A um dia do segundo turno, pesquisa Ibope divulgada hoje (25) mostra a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 53% das intenções de votos, e Aécio Neves, do PSDB, com 47%, considerando os votos válidos (excluindo-se os brancos, nulos e indecisos). A pesquisa tem margem de erro de dois pontos.
No levantamento anterior, feito na última quinta-feira (23), Dilma tinha 54% e Aécio, 46% dos votos válidos.
Considerando os votos totais, Dilma tem 49% das intenções de voto e Aécio, 43%. Votos brancos e nulos somam 5%. Eleitores indecisos ou que não responderam somam 3%.
A pesquisa foi encomendada pelo jornal O Estado de S.Paulo e pela TV Globo. O Ibope ouviu 3.010 eleitores nos dias 24 e 25 de outubro em 206 municípios. O nível de confiança é 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01195/2014.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

'Darei minha resposta à 'Veja' na Justiça', diz Dilma

Jornal do Brasil

 
Nesta sexta-feira (24), último dia de propaganda política, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, criticou reportagem da edição antecipada da revista Veja, que afirma que a presidente e Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento sobre os desvios de dinheiro realizados na Petrobras.
De acordo com a reportagem, a afirmação de que os dois teriam conhecimento dos desvios teria partido do doleiro Alberto Youssef. Ainda segundo a reportagem, "o doleiro não apresentou – e nem lhe foram pedidas – provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o depoente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades".
"Eu gostaria de encerrar a minha campanha na TV de outra forma, mas não posso me calar frente a esse ato de terrorismo eleitoral articulado pela revista Veja e seus parceiros ocultos, uma atitude que envergonha a imprensa e agride a nossa tradição democrática", disse Dilma na propaganda política. "Sem apresentar nenhuma prova concreta e mais uma vez baseando-se em supostas declarações de pessoas do submundo do crime, a revista tenta envolver diretamente a mim e ao presidente Lula nos episódios da Petrobras que estão sob investigação da Justiça", prosseguiu.
"Todos os eleitores sabem da campanha sistemática que essa revista move há anos contra Lula e contra mim, mas dessa vez a Veja excedeu todos os limites", defendeu-se a presidente. Ela lembrou de outras edições em que a revista insinuava que ela "poderia ter sido omissa na apuração dos fatos". "Isso já era um absurdo, isso já era uma tremenda injustiça. Hoje, a revista excedeu todos os limites da decência e da falta de ética, pois insinua que eu teria conhecimento prévio dos malfeitos na Petrobras e que o presidente Lula seria um dos seus articuladores", disse.
"A revista comete esta barbaridade, esta infâmia contra mim e Lula sem apresentar a mínima prova, isso é um absurdo, isso é um crime. É mais do que clara a intenção malévola da Veja de interferir de forma desonesta e desleal nos resultados das eleições, a começar pela antecipação da sua edição semanal para hoje, sexta-feira, quando normalmente chega às bancas no domingo", apontou Dilma. "Como das outras vezes, a Veja vai fracassar no seu intento criminoso, mas dessa vez, ela não ficará impune. A Justiça livre deste País seguramente vai condená-la por este crime. O povo brasileiro tem maturidade suficiente para discernir entre a mentira e a verdade", anunciou.
Dilma afirmou ainda que "a consciência livre da Nação não pode aceitar que mais uma vez se divulguem falsas denúncias no meio de um processo eleitoral em que o que está em jogo é o futuro do Brasil" e que "o povo vai responder a Veja e seus cúmplices nas urnas". E completou: "Eu darei a minha resposta a eles na Justiça".  A atriz que fala na propaganda após o discurso de Dilma afirma que "a cartada desesperada da Veja está na cara", antes de anunciar as pesquisas com Dilma na liderança da corrida presidencial.
O advogado do doleiro, Antônio Figueiredo Basto, se mostrou surpreso com a reportagem da Veja : “Eu nunca ouvi nada que confirmasse isso (que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras). Não conheço esse depoimento, não conheço o teor dele. Estou surpreso”, afirmou Basto. “Conversei com todos da minha equipe e nenhum fala isso. Estamos perplexos e desconhecemos o que está acontecendo. É preciso ter cuidado porque está havendo muita especulação”, alertou o advogado.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Dilma amplia a vantagem sobre Aécio, segundo Ibope e Datafolha

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23) na corrida para a Presidência da República mostra Dilma Rousseff (PT) com 54% dos votos  válidos. Aécio Neves (PSDB) aparece com 46%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Dilma Rousseff: 49%
- Aécio Neves: 41%
- Branco/nulo: 7%
- Não sabe/não respondeu: 3%
No levantamento anterior, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.
O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014.
Datafolha dá Dilma com seis pontos de vantagem
Já a pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) mostra Dilma com 53% e Aécio Neves, com 47% A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S. Paulo".
A presidente tem uma vantagem inédita sobre Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial, que mostra a trajetória ascendente da candidata.
No levantamento anterior, divulgado no dia 22, Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.
Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Dilma Rousseff: 48%
- Aécio Neves: 42%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%
O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dia 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.