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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Ministro teria defendido que reforma trabalhista formalize escravidão do trabalhador (jornada de 12 horas)

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, informou na quinta-feira (8), em reunião com sindicalistas, que a reforma trabalhista deve ser encaminhada ao Congresso Nacional até o fim deste ano.
Entre as medidas em pauta, está a proposta que formalizará jornadas diárias de até 12 horas. Atualmente, contratos de trabalho com jornadas superiores a oito horas diárias são frequentemente questionados pela Justiça do Trabalho, que ainda não reconhece formalmente a jornada mais longa.

Indústria e jornada de trabalho

Também nesta quinta-feira (8), em Buenos Aires, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, fez críticas à legislação trabalhista brasileira e defendeu a jornada de até 12 horas por dia em certos casos.

*Pelo que dá a intender, ele quer dizer que existem situações que dá para explorar o trabalhar à exaustão de uma carga horária de 12 horas.

“Continuamos defendendo as 44 horas semanais, mas uma empresa que vai fazer uma obra de infraestrutura em Rondônia ou no Pará leva milhares de trabalhadores, 10 mil ou 12 mil, que não vão para lá para trabalhar 8 horas por dia. O cara vai para lá para ganhar dinheiro e trazer para a família. Ele vai para lá para trabalhar 10 ou 12 horas por dia, e a Justiça não permite", disse Robson Andrade, de acordo com informações do Estado de S. Paulo.

*(Que absurdo a justiça trabalhista não permitir regime de escravidão)

Andrade tentou ainda "esclarecer" o contexto de quando citou uma jornada de 80 horas semanais na França.
Com texto do Jornal do Brasil, exceto*

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