Jornal do Brasil
País - Opinião
Este aspecto inclusive foi citado pelo ex-presidente Lula na segunda-feira (28), durante a cerimônia de abertura da 14 Plenária Estatutária da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em São Paulo.
Também na segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff citou o caso durante a sabatina conjunta promovida pela Folha de S.Paulo, UOL, Jovem Pan e SBT.
Dilma Rousseff considerou lamentável a carta do Banco Santander. "Lamento o que aconteceu. É inadmissível. Um país não deve aceitar uma interferência de qualquer instituição financeira de qualquer nível", defendeu a presidente.
Para ela, o pedido de desculpas foi "protocolar". Dilma afirmou que irá tomar medidas sobre a carta, mas não explicou o que será feito. "Sobre o Santander, eu acho inadmissível. Eu não sei o que farei, eu não vou especular", declarou. Dilma disse que deve conversar com o presidente da instituição. "Eu vou conversar primeiro, eu vou ter uma medida bastante séria. Eu sou presidente da República, eu tenho de ter uma atitude mais prudente", declarou.
Também na segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff citou o caso durante a sabatina conjunta promovida pela Folha de S.Paulo, UOL, Jovem Pan e SBT.
Dilma Rousseff considerou lamentável a carta do Banco Santander. "Lamento o que aconteceu. É inadmissível. Um país não deve aceitar uma interferência de qualquer instituição financeira de qualquer nível", defendeu a presidente.
Para ela, o pedido de desculpas foi "protocolar". Dilma afirmou que irá tomar medidas sobre a carta, mas não explicou o que será feito. "Sobre o Santander, eu acho inadmissível. Eu não sei o que farei, eu não vou especular", declarou. Dilma disse que deve conversar com o presidente da instituição. "Eu vou conversar primeiro, eu vou ter uma medida bastante séria. Eu sou presidente da República, eu tenho de ter uma atitude mais prudente", declarou.