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terça-feira, 29 de setembro de 2015

BR 163 é fechada por qualquer motivo por falta de punição, até quando?

Atualizado
Por volta da das 11 da manhã do dia 29/09,  após ordem para que a PM desinterditasse a via de acesso ao porto da Bunge, os invasores saíram sem necessidade da ação de força. Os poucos invasores viram que não havia outra alternativa diante da situação. Com o livre acesso ao porto, a BR 163 também foi liberada pelos caminhoneiros.  


Desde a tarde de ontem que a BR 163 está interditada a 5 KM de Miritituba, provocando um grande engarrafamento, estando liberada apenas para a passagem de ambulâncias, cargas perecíveis e veículos da polícia. E o motivo dessa vez é quase engraçado, se não fosse a dor de cabeça que dar para quem precisa chegar ao seu destino. Caminhoneiros fecharam a estrada por conta de moradores de Miritituba estarem bloqueando o acesso ao porto da Bunge, exigindo que uma invasão que fizeram não seja despejada. E ainda estariam pedindo melhores condições na estrada que corta a invasão. Segundo informações do sargento José Araujo, que comanda o destacamento do distrito, mais de 400 caminhões estariam no bloqueio aguardando a solução do impasse.  Os caminhoneiros dizem que só liberam a BR 163 se os invasores liberarem o acesso ao porto. 
Uma verdadeira falta de ordem é o que vem acontecendo. Por causa de meia dúzia de aproveitadores a estrada foi fechada pelos caminhoneiros para ver se o Estado faz a retirada desses invasores. Bem que podia se aproveitar a oportunidade e fazer os dois serviços de uma vez. Desocupar o acesso ao porto e a terra invadida, submetendo esses invasores aos rigores da lei.
≤≥ Blog RPI  

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Governo aumenta taxa de retorno para atrair interessados nas concessões de rodovias

De Sinop - Alexandre Alves

O governo federal aumentou de 7,2% para 9,2% ao ano, a Taxa Interna de Retorno (TIR) para as empresas ou consórcios que vencerem os leilões de concessão de rodovias federais, no pacote que deve ser entregue à iniciativa privada a partir deste segundo semestre. Isso significa que os valores dos pedágios também ficarão mais caros. No último leilão da BR-163, em trecho de 850 km ligando a divisa de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul até Sinop, o valor médio ficou em R$ 2,60 a cada 100 quilômetros rodados.

 A taxa anterior, de 7,2% ao ano, vinha sendo usada desde 2007. "A nova remuneração é o ganho real médio do investidor, livre de imposto e da inflação. Mas o retorno vai depender de uma série de outros fatores, como a estrutura do projeto", afirmou o secretário de Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda, Paulo Corrêa.

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 Em Mato Grosso, devem ser leiloados dois trechos até dezembro de 2015. Um deles é o da BR-364, entre Rondonópolis até a divisa com o Estado de Goiás, atendendo as regiões Sul e Sudeste mato-grossense. O outro fica no Nortão, ligando Sinop até a divisa com o Estado do Pará (e de lá até à estação de transbordo de Miritituba, no rio Tapajós, em Itaituba).

 Pela segunda etapa do Programa de Investimento e Logística (PIL), anunciado em 9 de junho, pela presidente Dilma Rousseff, serão duplicados mais de 2,6 mil quilômetros de rodovias, com investimentos estimados na ordem de R$ 19,6 bilhões. As concessionárias poderão cobrar pedágios a cada 100 km, mas deverão dar manutenção nas pistas e apoio aos usuários.

As concessões atendendo MT:

 A BR-163 será duplicada entre Sinop e Itaituba (PA). O trecho é de 976 quilômetros, partindo do entroncamento com a MT-220, em Sinop, até Miritituba. A previsão é de investimento de R$ 6,6 bilhões. “O objetivo é criar um forte canal de escoamento da safra do Norte mato-grossense”, disse o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa.

 Outro trecho a ser concedido abrange 704 km das BR-364 e BR-060, ligando Rondonópolis a Alto Araguaia, no Sudeste de Mato Grosso, a Jataí, Rio Verde e Goiânia, em Goiás. Serão investidos R$ 4,1 bilhões, com o objetivo de escoar a produção do Centro-Oeste para os portos dos arcos Norte e Sul.

 Também está previsto, para 2016, um lote de 806 km da BR-364, entre Comodoro (638 km de Cuiabá) e Porto Velho (RO), com duplicação e construção de terceira pista, ligando a região Oeste de Mato Grosso – que possui forte produção de grãos - até a hidrovia do rio Madeira. No total, serão colocados R$ 6,3 bilhões. Esta duplicação atenderá os produtores rurais de Sapezal, Campo Novo do Parecis, Tangará da Serra, Campos de Júlio, entre outros municípios da região.

Fonte: http://www.olhardireto.com.br/agro/noticias
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