quarta-feira, 16 de outubro de 2013

PM prende suspeito de tráfico de droga na "cracolândia" itaitubense

Na madrugada de hoje, por volt das 03h00, uma guarnição da Polícia Militar, cabos Claudenes e Almeida e Sd Miguel, passavam na avenida Nova de Santana pela travessa João Pessoa, quando perceberam um motoqueiro tentando fugir e deixar a moto apagar. Abordaram o condutor e este não respondia às perguntas, apenas resmungava, aham, uhum e despertou a suspeita dos policiais que mandaram ele abrir a boca e descobriram que o cidadão estava com vários papelotes de entorpecente dentro dela, precisamente catorze "petecas" de possivelmente "crack" . O acusado foi identificado por Silvanei Souza dos Anjos, de 38 anos de idade, residente na vila Nova. Ele foi conduzido e apresentado na 19ª Seccional da polícia civil. 
 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Repórter tira carteira de identidade em 9 Estados

REYNALDO TUROLLO JR. ENVIADO ESPECIAL AOS ESTADOS DE AL, ES, MS, PB, RN, AC, RO, RS E MG

A lei criada em 1997 para unificar a emissão de carteiras de identidade no país nunca saiu do papel, omissão do governo federal que permite a uma mesma pessoa ter um RG em cada Estado.
Ou seja: um mesmo nome, mas 27 documentos com numerações diferentes.
Ministério da Justiça não se pronuncia sobre cadastro nacional
Reportagem sobre RG foi acompanhada pela área jurídica da Folha
Certidão e paciência para enfrentar filas são os pré-requisitos para tirar o RG
E essa mesma pessoa pode ainda tirar facilmente um RG com a própria foto e outro nome, prática que serve de base a uma série de crimes.
A Folha encontrou essas brechas em apuração iniciada em janeiro deste ano.
O mesmo repórter, com RG original de SP, viajou a oito capitais e, em cada uma delas, fez uma nova carteira.
Editoria de arte/Folhapress
Clique na imagem para ver o infográfico
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Foi assim em Vitória, Campo Grande, Maceió, João Pessoa, Natal, Rio Branco, Porto Velho e Porto Alegre.
Ter um RG em cada Estado é possível porque a emissão dos documentos é estadual, e os institutos de identificação não trocam informações.
Previsto em lei desde 1997 para corrigir essa falha, um cadastro nacional de identidades, que deveria armazenar eletronicamente dados de todas as pessoas, nunca saiu do papel, embora tenha sido anunciado pelo ex-presidente Lula em dezembro de 2010.
Atualmente o único requisito para fazer um RG é a apresentação da certidão de nascimento ou de casamento.
A falta de um sistema que reconheça digitais coletadas em outros Estados permitiu ao repórter fazer em Belo Horizonte um RG com sua foto e suas digitais, mas com o nome de um colega do jornal.
Expedido por órgão oficial, o documento com o nome incorreto é válido e revela a brecha. Basta que o fraudador tenha certidão de nascimento ou casamento.
Para corrigir as falhas existentes, o governo federal anunciou em 2010 a implantação do RIC (Registro de Identidade Civil), um cartão com chip para substituir o atual RG em até dez anos.
O projeto, porém, empacou. Um contrato com a Casa da Moeda para emissão de 2 milhões de RICs, ao custo de R$ 90 milhões, fracassou. Foram produzidos apenas 14 mil cartões, e só 52 estão válidos.
O RIC teve de ser "redesenhado" em 2012. Foi previsto um custo de R$ 6 bilhões em 12 anos. Decisões sobre onde ficará o cadastro nacional de identidades e qual tecnologia será usada nunca foram tomadas, porque aguardam decisão do Palácio do Planalto. 
Fonte: folha de S Paulo

domingo, 13 de outubro de 2013

Ensino superior público fica mais caro e privilegia inclusão, não competição

A estadual USP (Universidade de São Paulo), que acaba de perder pelo menos 68 colocações no principal ranking universitário internacional, é tida quase consensualmente como a melhor instituição de ensino superior brasileira; ninguém discute que, na média, as faculdades privadas são muito piores que as públicas no país.
Trata-se, na prática, de um mercado com muitos participantes e pouca competição: a quase totalidade das instituições privadas se conforma em abrigar os alunos menos afortunados, enquanto as federais, estaduais e municipais são repartições públicas onde a estabilidade no emprego está garantida independentemente do desempenho.
Isso não quer dizer que não tenha havido evolução no ensino superior do Brasil nos últimos anos. O foco das transformações, no entanto, foi a quantidade _ou, numa expressão mais otimista, a inclusão.
Com expansão da rede pública e subsídios à rede privada, a política de educação superior elevou o número de matrículas presenciais de 3,5 milhões, em 2002, para 5,7 milhões em 2011, segundo o último censo do setor. Nas universidades públicas, de 1,1 milhão para 1,6 milhão.
É muito pouco: significa apenas 14,7% dos jovens entre 18 e 24 anos frequentando o ensino superior, enquanto as metas oficiais falam em mais de 30%. Com tanta gente a ser posta para dentro do sistema, as exigências de qualidade ficam em segundo plano. O crescimento se dá por cotas raciais e sociais, cursos noturnos, ensino à distância.
O gasto público no setor cresceu, no período, de 0,8% para 0,9% do Produto Interno Bruto, ou seja, de toda a renda nacional. Em termos mais palpáveis, cada aluno custava R$ 20,7 mil em 2011, contra R$ 16,9 mil em 2002, em valores corrigidos.
O número de professores aumentou ainda mais que o de alunos, de 92 mil para 151 mil vagas docentes na rede pública. Esse contingente forma uma das categorias mais mobilizadas e influentes do serviço público, ainda mais com a generalização das eleições para reitor _que acaba por atrelar a administração das universidades aos interesses da corporação.
Fonte: http://dinheiropublico.blogfolha.uol.com.br/

Endividado poderá limpar o nome pela internet

Os endividados terão a oportunidade de limpar o nome com a ajuda da internet, em uma iniciativa inédita de duas das principais empresas de informações financeiras do país, a Serasa Experian e a Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).
Para negociar as dívidas, basta acessar os portais das duas empresas, fazer o cadastro e consultar a situação do CPF. No caso da Serasa, o feirão começa na próxima segunda-feira (14) e vai até o dia 20. Cerca de 30 empresas participam do evento, entre elas os bancos Panamericano, Bradesco e Santander, além de empresas de cartões de crédito como Hipercard e Itaucard e financeiras como Losango e Omni Financeira.
Já o mutirão da Boa Vista vai até 14 de dezembro e reunirá empresas de telecomunicações, bancos e de varejo.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/10/1355533-endividado-podera-limpar-o-nome-pela-internet.shtml

sábado, 12 de outubro de 2013

Bancários do Pará decidem continuar em greve

Bancários do Pará decidem continuar em greve  (Foto: Reprodução)
Depois de 26 dias em greve, funcionários dos bancos privados e os da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil retomam as atividades na manhã de hoje.
Em assembleia geral realizada na noite de ontem, os bancários aceitaram a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
Com o fim da greve, cerca de quatro mil bancários voltam ao trabalho e aproximadamente 300 agências reabrem para as atividades, segundo o Sindicato dos Bancários do Pará. No Banco da Amazônia e no Banpará, porém, cerca de dois mil bancários não
avançaram com as negociações. Eles continuam em
greve por tempo indeterminado e aproximadamente 80 agências continuam fechadas, ainda segundo o sindicato.
De acordo com a presidente do Sindicato dos Bancários, Rosalina Amorim, a categoria aceitou a proposta da Fenaban e, depois de uma reunião, encerrou a greve. “Entre os principais avanços estão o piso salarial, a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e a compensação dos dias parados em uma hora diária a mais, até o dia 15 de dezembro, já que antes a proposta era de duas horas diárias até 180 dias”. 
Rosalina ressaltou que a categoria não avançou para o fim da greve do Banco da Amazônia e do Banpará. “A proposta foi insuficiente e as negociações não avançaram nas pautas específicas. Com isso, os funcionários desses dois bancos continuam em greve por tempo indeterminado. Mas vai ser enviada uma carta para a direção dos bancos para que aconteçam novas negociações”. 
REIVINDICAÇÕES 
A categoria pede reajuste salarial de 11,9% (5% de aumento real mais inflação projetada de 6,6%), piso de R$ 2.860,21 (de acordo com o salário mínimo do Dieese), auxílio alimentação, refeição, cesta e auxílio-creche/babá de R$ 678 ao mês. Os bancários também pedem mais contratações, prevenção contra assaltos e sequestros.