Por volta das 17 horas do sábado houve uma tentativa de homicídio a 06 km da comunidade de Caracol, município de Trairão, em um balneário. Três pessoas que participaram do crime foram presas e com elas três armas foram apreendidas, sendo um revolver Cal. 38, um Cal. 22 e uma espingarda cal 36. Os presos são da mesma família, Hélio Birnfild, 44 anos de idade e dois filhos dele, Emerson e Helinton Birnfild. Os acusados foram presos por uma guarnição da Polícia Militar, sargento Ronald, cabos Josué e Figueira no momento em que tentavam matar Paulo Cesar, que foi baleado no tórax, terça-feira, 5 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
País teve 50 mil mortes em 2012, maior nº em 5 anos
Estados do Norte e Nordeste lideram ranking de homicídios; crimes contra o patrimônio preocupam e encarceramento avança
Se os números da economia formal brasileira mostram sinais de
desaceleração, o submundo do crime permanece pujante. É o que mostram os dados
da criminalidade enviados pelas Secretarias de Segurança das 27 unidades da
federação para o Anuário Estatístico do Fórum Brasileiro de Segurança Pública
(FBSP). No ano passado, os homicídios no Brasil cresceram 7,6% em relação a
2011.
Os dados completos do Anuário, encomendados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vão ser apresentados na terça-feira. O Estado obteve com exclusividade os números dos crimes e da situação do sistema carcerário.
O total de assassinatos é o maior da série histórica desde 2008. Houve 50.108 casos no Brasil em 2012, incluindo homicídios dolosos (47.136), assaltos seguidos de morte (1.810) e lesão corporal seguida de morte (1.162). O País registrou taxa de 25,8 homicídios por 100 mil habitantes. E São Paulo puxou o índice para cima (veja ao lado).
Os Estados do Norte e Nordeste seguem liderando o ranking de homicídios no Brasil. Alagoas, com 61,8 casos por 100 mil habitantes, apesar de estar no primeiro lugar no ranking, registrou redução de 14%. Pará subiu para a segunda colocação, com 44 por 100 mil, seguido por Ceará (42,5), Bahia (40,7) e Sergipe (40).
"O padrão de homicídios no Brasil é muito alto, assim como os outros crimes. Isso mostra como não conseguimos enfrentar o problema da criminalidade urbana. Mostra a necessidade urgente de reformas nas polícias, para melhorar as investigações e o policiamento ostensivo. É um assunto que precisa ser enfrentado com coragem ou o Brasil não vai conseguir reverter esse quadro", afirma o sociólogo Renato Sérgio de Lima, do FBSP.
Patrimônio. Os registros de crimes contra o patrimônio também são preocupantes. Os dados do anuário não permitem uma comparação com 2011. Mas, no ano passado, foram 566.793 casos de roubos, em que os ladrões levaram carros, atacaram bancos, cargas de caminhões, pedestres e casas. Em todo o território nacional, considerando só as ocorrências registradas nas delegacias, foram 1.574 casos de roubo por dia.
Mesmo no Norte e Nordeste há problemas de crimes contra o patrimônio. Amazonas desponta com 737 roubos de carros por 100 mil habitantes. Bahia fica em segundo lugar, com 435 por 100 mil.
A guerra contra os traficantes também revela a dimensão do comércio de entorpecentes. No ano passado, o Brasil registrou 122.921 ocorrências de tráfico, crescimento de 19% em relação ao ano anterior. Os estudiosos explicam que a apreensão de drogas mostra, sobretudo, a atuação policial no combate ao crime. A maioria dos casos foi registrada nos Estados de São Paulo (41.115) e Minas (24.272).
Encarceramento. As lacunas no sistema de segurança nacional, no entanto, ficam evidentes ao se comparar a situação brasileira com a de outros países do mundo. Ao mesmo tempo em que encarcera demais, não parece conseguir diminuir as taxas de criminalidade. Segundo os dados do Anuário, o Brasil tem atualmente 515.482 presos, o que o coloca em quarto lugar no ranking daqueles com maior população prisional do mundo. Fica atrás apenas de Estados Unidos (2.239.751), China (1.640.000) e Rússia (681.600).
Por outro lado, o Brasil fica em 7.º lugar entre os países mais violentos. As mais de 50 mil mortes por homicídios são duas vezes mais do que a média de baixas em um ano de guerra entre Rússia e Chechênia, por exemplo.
http://www.estadao.com.br/
Os dados completos do Anuário, encomendados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vão ser apresentados na terça-feira. O Estado obteve com exclusividade os números dos crimes e da situação do sistema carcerário.
O total de assassinatos é o maior da série histórica desde 2008. Houve 50.108 casos no Brasil em 2012, incluindo homicídios dolosos (47.136), assaltos seguidos de morte (1.810) e lesão corporal seguida de morte (1.162). O País registrou taxa de 25,8 homicídios por 100 mil habitantes. E São Paulo puxou o índice para cima (veja ao lado).
Os Estados do Norte e Nordeste seguem liderando o ranking de homicídios no Brasil. Alagoas, com 61,8 casos por 100 mil habitantes, apesar de estar no primeiro lugar no ranking, registrou redução de 14%. Pará subiu para a segunda colocação, com 44 por 100 mil, seguido por Ceará (42,5), Bahia (40,7) e Sergipe (40).
"O padrão de homicídios no Brasil é muito alto, assim como os outros crimes. Isso mostra como não conseguimos enfrentar o problema da criminalidade urbana. Mostra a necessidade urgente de reformas nas polícias, para melhorar as investigações e o policiamento ostensivo. É um assunto que precisa ser enfrentado com coragem ou o Brasil não vai conseguir reverter esse quadro", afirma o sociólogo Renato Sérgio de Lima, do FBSP.
Patrimônio. Os registros de crimes contra o patrimônio também são preocupantes. Os dados do anuário não permitem uma comparação com 2011. Mas, no ano passado, foram 566.793 casos de roubos, em que os ladrões levaram carros, atacaram bancos, cargas de caminhões, pedestres e casas. Em todo o território nacional, considerando só as ocorrências registradas nas delegacias, foram 1.574 casos de roubo por dia.
Mesmo no Norte e Nordeste há problemas de crimes contra o patrimônio. Amazonas desponta com 737 roubos de carros por 100 mil habitantes. Bahia fica em segundo lugar, com 435 por 100 mil.
A guerra contra os traficantes também revela a dimensão do comércio de entorpecentes. No ano passado, o Brasil registrou 122.921 ocorrências de tráfico, crescimento de 19% em relação ao ano anterior. Os estudiosos explicam que a apreensão de drogas mostra, sobretudo, a atuação policial no combate ao crime. A maioria dos casos foi registrada nos Estados de São Paulo (41.115) e Minas (24.272).
Encarceramento. As lacunas no sistema de segurança nacional, no entanto, ficam evidentes ao se comparar a situação brasileira com a de outros países do mundo. Ao mesmo tempo em que encarcera demais, não parece conseguir diminuir as taxas de criminalidade. Segundo os dados do Anuário, o Brasil tem atualmente 515.482 presos, o que o coloca em quarto lugar no ranking daqueles com maior população prisional do mundo. Fica atrás apenas de Estados Unidos (2.239.751), China (1.640.000) e Rússia (681.600).
Por outro lado, o Brasil fica em 7.º lugar entre os países mais violentos. As mais de 50 mil mortes por homicídios são duas vezes mais do que a média de baixas em um ano de guerra entre Rússia e Chechênia, por exemplo.
http://www.estadao.com.br/
Política do filho único gera tensão na China
Shi Hui tinha 46 anos quando uma gravidez tardia a pegou de surpresa. Mas ela já tinha um filho e, se tivesse o segundo, seria forçada a pagar uma multa pesada por violar a política chinesa de filho único.
Decidiu abortar.
Passados dois anos, seu filho, de 21 anos, contraiu um linfoma que em poucos meses o matou. A perda devastou os pais e levou ao fim da união. Um ano depois, o casal decidiu se divorciar.
O drama da secretária aposentada é um dos mais cruéis efeitos colaterais do sistema chinês de controle de natalidade, implantado em 1979 e em vigor até hoje.
| Arquivo Pessoal |
| Chen Yumei (pai) e Sun Yong (mãe) com os filhos Jingjing (menino) e Beibei (menina); casal conseguiu burlar a política do filho único na China |
"O governo se preocupa com o crescimento da população, mas não pensa nas consequências da política do filho único para as pessoas", lamenta Shi, 50. "A vida era dedicada ao nosso filho. Quando ele morreu, sentimos que perdemos tudo."
Desamparada, Shi buscou ajuda na internet e achou o grupo "Ninho Vazio", que dá apoio psicológico e material a casais que viraram órfãos do filho único. Hoje ela é voluntária do serviço.
A professora de filosofia Xu Kun, fundadora do grupo, diz que desde 2006, quando foi criado, o serviço de apoio telefônico já recebeu mais de 35 mil ligações de pais.
Ela explica que a carência não é só emocional, mas econômica. Pela tradição, o chinês tem o papel de cuidar dos pais na velhice.
Num país em que quase metade da população não tem plano de aposentadoria, o filho é um investimento.
"Muitos asilos recusam pais que perderam os filhos porque eles não têm ninguém para servir como responsável", diz Xu.
Recentemente, surgiu uma nova onda de especulações de que a política de planejamento familiar estaria prestes a ser alterada. Na semana passada, foram negadas pelo governo.
Desde que foi implantada, a política sofreu algumas alterações. Pais que são filhos únicos podem ter um segundo filho. Nas áreas rurais, a permissão vale somente para os que têm uma menina primeiro.
MULTA MILIONÁRIA
De forma geral, porém, a proibição é aplicada de forma severa, e quem a descumpre está sujeito a pagar altas multas, calculadas conforme a renda do casal.
Mesmo para quem ganha pouco, a multa pode chegar a várias vezes o seu salário.
Um caso recente movimentou as colunas de fofocas chinesas. A imprensa oficial noticiou que o cineasta mais famoso do país, Zhang Yimou, era investigado por ter sete filhos. Jornais locais estimaram que a multa poderia chegar a 160 milhões de yuans (R$ 59,2 milhões).
Uma das críticas à política de filho único é que ela não se aplica aos abastados. A discriminação gera revolta e é um fator explosivo de instabilidade social.
Há três meses, um homem matou a facadas dois funcionários da agência de planejamento de Guangxi (sul) ao ver negado o registro de seu quarto filho por não ter meios para pagar a multa.
Em muitos casos, porém, mesmo quem tem condições financeiras de sobra respeita a lei, por ideologia ou para garantir a ascensão no serviço público ou numa estatal.
O magnata do setor imobiliário Wang Jianlin, 58, recém-coroado o homem mais rico da China com uma fortuna estimada em R$ 49 bilhões, tem só um filho e ótimas relações com o Partido Comunista, do qual é membro desde os 22 anos.
Mas não é preciso ter bilhões para romper o limite. Propinas a agentes do governo podem facilitar o registro do segundo filho.
Muitas vezes basta saber usar o "guanxi", o jeitinho chinês de acionar uma boa rede de contatos. É o caso dos professores Sun Yong, 31, e Chen Yumei, 30, que têm um casal de filhos.
Sem querer entrar em detalhes, eles contam que registraram a filha Beibei, 5, um ano mais nova que o primogênito, Jingjing, com a ajuda de conhecidos em sua província, Shandong (nordeste).
A família destoa da paisagem dominada por filhos únicos e atrai olhares curiosos quando passeia pelo bairro de Pequim onde vive. "Muita gente acha que eles são gêmeos. Outros me param para perguntar: como conseguiram?" conta a mãe, Sun.
Fonte: Folha de S Paulo
sábado, 2 de novembro de 2013
Sargento da PM é assassinado a facadas em Santarém

Suspeito foi preso pela Policia Militar
A Polícia Militar prendeu na tarde deste sábado (2), o suspeito de ter assassinado o sargento João Kennedy Campos Miranda.
Na hora do crime, o foragido e a vítima estavam na casa de Carla Silva, de 23 anos. O delegado Germano do Vale informou que Carla contou, pelo menos, três versões diferentes para a polícia. Na delegacia, ela falou à imprensa que ligou para o sargento para pedir ajuda porque estava se sentindo mal.
Já Wallace garantiu que eles estavam bebendo. "Só fui para cima dele porque ele tentou abusar dela", contou.
Já Wallace garantiu que eles estavam bebendo. "Só fui para cima dele porque ele tentou abusar dela", contou.
Fui tentar afastar ele de perto dela e ele me empurrou, me deu um soco no peito, eu caí. Ele pôs a arma em punho, eu saí correndo, fui na cozinha, peguei a faca em cima da mesa, voltei e falei pra ele que ele estava fazendo besteira, ele disse 'bandido comigo é na bala' e pôs a arma na minha direção, aí aconteceu isso aí", detalhou.
O suspeito de ter assassinado o militar havia sido liberado para saída temporária do Círio de Nazaré, em outubro, e até então, estava foragido. Ele deve ser indiciado por homicídio qualificado. Carla também foi presa na manhã de sábado, mas até às 15h30, o delegado Luiz Paixão não havia informado qual crime ela seria acusada
Sargento da PM é assassinado a facadas em Santarém
O 1º sargento da Polícia Militar, João Kenedy Campos Miranda, de 46 anos, foi encontrado morto enrolado em um colchão, por volta de 4h da manhã deste sábado (2), em uma residência no bairro Elcione Barbalho, em Santarém, oeste do Pará. A vítima foi encontrada com 8 golpes de faca.
A policia foi avisada por um senhor, através de uma ligação.
Conforme informou o comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar (3º BPM), tenente-coronel Risuenho, o sargento estava na residência de uma amiga, quando chegou um homem, que os policiais suspeitam ser foragido da penitenciária. Na ocasião, a vítima o reconheceu e os dois começaram uma luta corporal.
Ainda de acordo com o comandante, a dona da casa, que é a principal testemunha, já foi levada para prestar depoimento na delegacia. A Polícia Militar está a procura do suspeito de cometer o crime.
fonte: G1 ParáNovo sistema de bandeiras tarifárias faria custo da luz subir todo mês
JULIA BORBA
DE BRASÍLIA
O modelo permite o repasse do gasto com usinas térmicas para a fatura dos usuários mês a mês. Atualmente a tarifa só incorpora esses adicionais uma vez por ano, quando é feito o reajuste tarifário.
Simulação feita pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) de janeiro a novembro mostra que só na região Sul -e por apenas um mês- seria possível manter a tarifa no patamar normal.
Em todos os outros meses e também em todas as demais regiões do país teria sido aplicado um acréscimo sobre as tarifas. Ou seja, ainda que os consumidores mantivessem o consumo de energia estável, eles teriam de pagar uma conta de luz mais cara.
As usinas térmicas são acionadas pelo governo sempre que há necessidade de compensar deficiências na geração hidrelétrica.
Como no ano passado houve uma forte seca e os reservatórios baixaram muito, foi preciso mantê-las ligadas durante este ano para recuperar os níveis de segurança.
De acordo com a simulação da Aneel, no primeiro semestre, o preço da energia para os consumidores de todo país seria acrescido de R$ 3, ao mês, a cada 100 kWh consumidos, que custam R$ 30.
A média de consumo de uma família de quatro pessoas no país é 170 kWh.
Em julho, o Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte pagariam R$ 34,50 pelos 100 kWh. (eu pago bem mais por 100 KW) Apenas a região Sul não seria reajustada. Em agosto, o preço seria o mesmo para todas as regiões.
Em setembro, outubro e novembro, 100 kWh custariam R$ 33 para cada região. A exceção estaria no Sul, onde o extra seria de R$ 1,50. Para um consumo de 100 kWh na região Sudeste, portanto, haveria um aumento de 8% de julho a novembro.
O sistema de bandeiras tarifárias, que entra em vigor a partir do ano que vem, obriga as distribuidoras de energia a identificar em cada fatura o desenho de uma bandeirinha, que pode ser verde, amarela ou vermelha.
Cada cor indica o quanto o preço da energia dever subir, no próximo mês, por causa dos gastos com térmicas.
No caso da bandeira verde não há aumento. Quando ela é amarela, a tarifa sobe R$ 1,50 para cada 100 kWh consumidos. Na bandeira vermelha, o acréscimo é de R$ 3.
Ao longo de 2013 a agência reguladora vem fazendo uma simulação nas faturas, apenas para que empresas e consumidores se acostumem.
Fonte: Folha de S Paulo
DE BRASÍLIA
Praticamente todos os consumidores teriam de pagar aumentos mensais em suas contas de luz neste ano, caso já tivesse entrado em vigor o sistema de bandeiras tarifárias, que começa a valer no ano que vem.
Simulação feita pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) de janeiro a novembro mostra que só na região Sul -e por apenas um mês- seria possível manter a tarifa no patamar normal.
Em todos os outros meses e também em todas as demais regiões do país teria sido aplicado um acréscimo sobre as tarifas. Ou seja, ainda que os consumidores mantivessem o consumo de energia estável, eles teriam de pagar uma conta de luz mais cara.
As usinas térmicas são acionadas pelo governo sempre que há necessidade de compensar deficiências na geração hidrelétrica.
Como no ano passado houve uma forte seca e os reservatórios baixaram muito, foi preciso mantê-las ligadas durante este ano para recuperar os níveis de segurança.
De acordo com a simulação da Aneel, no primeiro semestre, o preço da energia para os consumidores de todo país seria acrescido de R$ 3, ao mês, a cada 100 kWh consumidos, que custam R$ 30.
A média de consumo de uma família de quatro pessoas no país é 170 kWh.
Em julho, o Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte pagariam R$ 34,50 pelos 100 kWh. (eu pago bem mais por 100 KW) Apenas a região Sul não seria reajustada. Em agosto, o preço seria o mesmo para todas as regiões.
Em setembro, outubro e novembro, 100 kWh custariam R$ 33 para cada região. A exceção estaria no Sul, onde o extra seria de R$ 1,50. Para um consumo de 100 kWh na região Sudeste, portanto, haveria um aumento de 8% de julho a novembro.
O sistema de bandeiras tarifárias, que entra em vigor a partir do ano que vem, obriga as distribuidoras de energia a identificar em cada fatura o desenho de uma bandeirinha, que pode ser verde, amarela ou vermelha.
Cada cor indica o quanto o preço da energia dever subir, no próximo mês, por causa dos gastos com térmicas.
No caso da bandeira verde não há aumento. Quando ela é amarela, a tarifa sobe R$ 1,50 para cada 100 kWh consumidos. Na bandeira vermelha, o acréscimo é de R$ 3.
Ao longo de 2013 a agência reguladora vem fazendo uma simulação nas faturas, apenas para que empresas e consumidores se acostumem.
Fonte: Folha de S Paulo
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