terça-feira, 19 de agosto de 2014

Polícia Militar prende quadrilha em Itaituba

A prisão do bando numa casa no bairro da Paz foi realizada pela PM, com um trabalho do grupo reservado do 15º BPM, que fez o levantamento do local e dos assaltantes, que vinham praticando roubos freneticamente, como se tivessem participando de uma competição de roubos. O chefe do bando é Jonas Oliveira dos Reis, fugitivo, que fez parte de uma quadrilha mais organizada, que tinha como cabeça o "Novo". Sua equipe era formada por vários elementos já conhecidos da polícia. Um dos mais conhecidos de prática de roubo é Fabiano Bonifácio dos Santos. E mais, Davi Yuri Gomes Castro, Edilson Ferreira da Silva e outros que ficaram de fora, em primeiro momento, por falta de prova. Com o bando foram encontrados motos, tv, caixa de som, relógios e muitos outros objetos roubados, inclusive, material que serve para adulterar o chassi de moto  e um revolver, que estava com Fabiano. Os roubos eram praticados em moto, onde dois elementos de posse de arma de fogo ameaçavam as vítimas que eram obrigadas a entregar seus pertencentes. De todos os presos apenas esses acima foram autuados, mas isso não significa que eles sejam inocentes, mas apenas que não se conseguiu comprovar a participação direta deles no bando. É de conhecimento da polícia que todos aqueles que foram conduzidos para a delegacia tem algum tipo de envolvimento com o mundo do crime, sejam servindo de mulher a esses elementos ou colaborando para a prática dos crimes, como é o caso do menor, filho de um conhecido barbeiro, que trabalhava próximo a caixa d'agua, na 5ª rua,  encontrado na casa onde estava os objetos roubados e que também já havia sido visto andando com ladrões nas madrugadas de Itaituba.


Jonas


Fabiano
yuri 

Edilson- à direita
 


≤≥ blog RPI
 
 

domingo, 17 de agosto de 2014

A hipocrisia

Jornal do Brasil

A hipocrisia política atormenta a cabeça do povo brasileiro. O acidente que matou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos realmente faz com que a solidariedade humana seja indispensável. Não faz, contudo, com que seja indispensável também a hipocrisia política. O que se vê no velório do ex-governador chega a ser hilariante.
Opositores eternos de Campos, homens que fizeram campanhas violentas e ataques ferozes contra ele, no cenário nacional e no próprio estado de Pernambuco, homens que não o aceitavam como ministro do governo Lula e Dilma, hoje, estão ao lado do caixão e da família do político, como se fossem históricos amigos ou simpatizantes de Eduardo Campos. 
O sepultamento e o velório são sagrados, momentos em que têm que imperar o respeito e o sentimento.  Um tipo de solidariedade que sirva de publicidade pela imprensa ou como faturamento político é abominável.  Se a solidariedade, de arrependimento ou reconhecimento, daqueles que sempre foram seus opositores realmente tiver que acontecer, que seja na intimidade sigilosa para que possa ser respeitada.
Esses que neste momento de dor, fundamentalmente da família - mãe, filhos, mulher e verdadeiros amigos -, tentam se aproveitar merecem do povo brasileiro desprezo e nojo.
 

Efetivo da PM é três vezes menor que o necessário

O levantamento feito pela Organização das Nações Unidas (ONU) revela que um policial deveria atender 250 pessoas. Porém, a realidade do Pará passa longe desse ideal, pois com 7,5 milhões de habitantes – segundo o último Censo do IBGE (2010) -, o quantitativo hoje de policiais militares nas ruas chega aproximadamente 11.500, de acordo com a Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, um total quase três vezes menor que o necessário para combater e tentar diminuir o índice da violência no Estado.
Comentário: (osmar cardoso - 17/08/2014 às 13:44:02 ) Gente, de 11.500 PM na ativa, com certeza não temos nem 9.000, no policiamento de rua, uma vez que cerca de 2.000, estão no TCE, TCM, MP, TJ, ALEPA e outros órgãos, cujo trabalho, é abrir e fechar porta de gabinete. 
Dário do Pará On Line

sábado, 16 de agosto de 2014

Detento coloca tornozeleira eletrônica em galo no RS

Um galo foi encontrado usando uma tornozeleira eletrônica na cidade de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre. O equipamento é utilizado por detentos que cumprem penas no regime semiaberto.
O caso foi descoberto quando a Brigada Militar (PM local) fazia uma patrulha no bairro Guajuviras e identificou um homem em atitude suspeita. Ao ser identificado a polícia verificou que ele deveria estar sendo monitorado por meio da tornozeleira eletrônica pelo Instituto Penal de Monitoramento Eletrônico da Região Metropolitana.
Com o homem, a polícia encontrou um revólver com numeração raspada, munição, cocaína, maconha e R$ 30 em dinheiro. Quando a polícia foi até a casa dele, encontrou o galo usando a tornozeleira no lugar do dono.
Indagada sobre o assunto, a Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) informou que a tornozeleira não estava funcionando porque, “no momento em que o equipamento é retirado, o lacre e a fibra ótica são rompidos, o aparelho deixa de funcionar “, o que teria acontecido às 11h34 de segunda-feira.
Entretanto, a Susepe não explicou porque o detento não foi procurado após tirar a tornozeleira. Ele só foi preso pela Brigada Militar na quarta-feira, por volta das 22h, quase 60 horas depois.

Fonte: Jornal do Brasil

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Avião que matou Eduardo Campos não poderia decolar com gravador de voz desligado, diz Anac

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou hoje (15) que a aeronave em que viajava o candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, não poderia decolar sem o gravador de voz ativado. Segundo a agência, embora não seja um item de segurança, o equipamento deve ser obrigatoriamente checado pelo comandante antes do início do taxiamento, conforme manual de operação do fabricante da aeronave.
O manual também estabelece que o cockpit voice recorder (CVR) deve ser verificado a cada 150 horas de voo ou 24 meses, o que ocorrer primeiro. Mais cedo, a Aeronáutica informou que o gravador de voz do jato que caiu quarta-feira (13) não registrou as conversas ou sons ambientes em seu o último voo. As duas horas de áudio gravadas e já analisadas por peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) não correspondem ao voo em que Campos e mais seis pessoas morreram.
A Anac reiterou que o avião PR-AFA, modelo Cessna Aircraft 560XL, estava com a Inspeção Anual de Manutenção e o Certificado de Aeronavegabilidade válidos e que a última verificação anual completa das manutenções foi executada em fevereiro deste ano.
A aeronave, com capacidade para nove passageiros, de propriedade da Cessna Finance Export Corporation, era operada pela empresa privada AF Andrade, por meio de arrendamento operacional (leasing), conforme Registro Aeronáutico Brasileiro. A Anac pediu apoio à Polícia Federal para localização do operador, com o objetivo de verificar informações veiculadas pela imprensa sobre eventual venda da aeronave, ainda não comunicada à agência.