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domingo, 19 de outubro de 2014

Ibope, votos válidos: Dilma tem 56% e Aécio, 44%, no Pará

Do G1 PA

Pesquisa Ibope divulgada sábado (18) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida presidencial apenas com eleitores do Pará:
- Dilma Rousseff (PT) - 56%
- Aécio Neves (PSDB) - 44%
A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal.
Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

O Ibope ouviu 812 eleitores em 43 municípios do estado de 14 a 16 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará sob registro PA-00052/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-001121/2014.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Segundo a presidente Dilma a concessão do trecho da rodovia BR-163 entre Sinop e o porto de Miritituba será feita ainda em 2014

Brasil vai ter a infraestrutura necessária para escoar a produção com o menor custo possível, afirma Dilma
Da Agência Brasil

foto: vgnoticias
A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (12), durante entrevista às rádios Regional 102,3 e Atitude AM, do Mato Grosso, que o país vai ter a infraestrutura necessária para escoar a produção agrícola com o menor custo possível. Dilma disse estar feliz por ter anunciando nesta terça-feira (11), em Lucas do Rio Verde “um grande feito do agronegócio”, a produção recorde na safra 2013/2014 que deve chegar a 193,6 milhões de toneladas.


“Podem ter certeza que o Brasil vai ter nessa região do centro-sul, tão importante para a balança comercial brasileira, tão importante para o crescimento do país, que é um orgulho do país, vai ter a infraestrutura necessária para escoar essa produção com o menor custo possível e as pessoas vão usufruir também dessa infraestrutura de qualidade”.

Dilma reafirmou que a concessão do trecho da rodovia BR-163 entre Sinop, em Mato Grosso, e o porto de Miritituba, no Pará, será feita ainda em 2014, e que o governo está próximo de concluir a pavimentação total da BR-163, que somente no Pará tem mais de mil quilômetros de extensão.

“Esse sonho de concluir a BR 163 até Santarém é algo importante para o país, para o governo e sobretudo para os produtoeres e as pessoas que moram nos dois estados, Mato Grosso e Pará. Estamos próximos de concluir pavimentação da BR 163. Agora está faltando um trecho pequeno e temos certeza que vamos concluir (…) vamos conceder, além disso, o trecho da BR-163 entre Sinop o Porto de Miritituba para a iniciativa privada”.
≤ ≥ RPI
 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Segurança do cidadão vale apenas R$ 181,41 no Pará

Enquanto a criminalidade cresce no Pará, o governo do Estado corta recursos para a Segurança Pública. (Foto: Thiago Gomes/Diário do Pará)



Uma vida no Pará vale R$ 181,41. Este foi o valor pago pelo governo do Estado por cada cidadão para garantir a segurança durante todo ano de 2012. O valor – chamado de investimento per capita ou por habitante – é o 5º menor do país em um ranking entre todas as Unidades da Federação. 
O Pará fica atrás somente do Amapá (R$ 55,32 por habitante), Piauí (R$ 78,14), Maranhão (R$ 127,08) e Ceará (R$ 171,56). Mas o que chama a atenção é que em nenhum destes outros estados a violência cresceu tanto. Segundo o Mapa da Violência 2013, o Pará teve o maior crescimento em número de assassinatos por arma de fogo, com taxa de 307,2%. 
O DIÁRIO comparou os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado recentemente, com o “Mapa da Violência 2013 - Mortes Matadas por Armas de Fogo”, elaborado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americano (Cebela). De 8,5 mortes por cada 100 mil habitantes registradas em 2000, o Pará saltou para 34,6 em 2010. Entre os estados que apresentaram as mais altas taxas de homicídios estão Alagoas, com 55,3, Espírito Santo, com 39,4, Pará, com 34,6, Bahia, com 34,4, e Paraíba, com 32,8.
Pará, Alagoas, Bahia e a Paraíba estão entre os cinco estados que mais sofreram com o aumento da violência na década. No Pará, o número de assassinatos aumentou 307,2%; Alagoas, 215%; Bahia, 195%, e Paraíba, 184,2%. Neste grupo está ainda o Maranhão, com a disparada da matança, em 282,2% entre 2000 e 2010. Coincidentemente, estes estados – com exceção de Alagoas e Espírito Santo – estão no ranking dos 10 mais baixos investimentos per capita.
Para se ter uma ideia de como é baixo o investimento per capita no Pará, Rondônia investe R$ 486,29 por habitante. Mato Grosso do Sul passou a investir em Segurança Pública, passando para um média por habitante de R$ 395,42. O resultado foi a queda no número de homicídios de 23,9 para 14,8 por 100 mil habitantes.
GASTOS
Os gastos com Segurança Pública no Pará, nos últimos três anos, foram: R$ 1.158.573.722,59 em 2011, R$ 1.419.028.569,14 em 2012 e R$ 1.666.261.052 previstos para o exercício de 2013. Para 2014, caiu para R$ 1.580.811.717, segundo noticiou ontem o DIÁRIO. As perdas se dão principalmente nos Encargos Gerais Sob a Supervisão do Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil do Estado do Pará, Polícia Militar e no no Detran.
Ainda segundo o Mapa da Violência, em 2001, a média anual de mortes por arma de fogo no Pará era de 15,1 homicídios por grupo de 100 mil habitantes, contra 40,0 registrados em 2011. Esses números fizeram com que o Pará saltasse da 20ª para a 4ª colocação no ranking de estados mais violentos do Brasil em um período de 10 anos. Em primeiro lugar aparece Alagoas, com 72,2 mortes registradas em 2011. Em segundo lugar, aparece o estado do Espírito Santo, com 47,4 mortes, enquanto o estado da Paraíba surge em terceiro, com 42,7 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes.
De acordo com estudo sobre a violência, o intenso crescimento das taxas do estado foi arrastado, fundamentalmente, pela eclosão de violência em sua Região Metropolitana (RM). No período de 1999 a 2010, as taxas do país permaneceram inalteradas. Já no Pará o crescimento foi de 324,4% nos homicídios, o que levou o Estado a ultrapassar, já em 2005, a média nacional e continuar sua escalada. O motor da expansão foi a sua RM, que nesses 11 anos mais que sextuplicou seus índices. Mas o interior não ficou muito atrás: cresceu 228,2%.
(Diário do Pará)